
sábado, 30 de abril de 2011
Dia da Mãe

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Rios... de água doce?

Ser Mulher Mãe implicaria falar sobre muitas coisas.
Por exemplo, dos rios transbordantes que são os Filhos, sempre de encontro ao Mar da Vida | viagem alucinante |, humedecendo em nós campos áridos - que estou por descobrir se é mesmo suposto ser assim ou se é compensação.
[imagem retirada da internet]
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Hoje é dia de festa!!!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010
"With arms wide open"
Dia 23 de Setembro de 2010. Um dia que espero que nada me roube da memória (longe, Alzheimer…). O Francisco nasceu e eu fiz-me então uma Mulher diferente.
O que senti quando o vi a primeira vez? Quase inenarrável… Não sei se era das “drogas”, mas não chorei (digo isto porque sou da lágrima fácil…). Os olhos Dele fixaram-me. Vinha calado, sereno… Aquele olho escuro mirando-me… Parecia perscrutar-me. Tive uma sensação de Paz indescritível, e ao mesmo tempo, a partir daquele instante, compreendi perfeitamente a minha Mãe e todas as suas preocupações comigo.
Não pude pegar no Francisco ao colo, mas sentir o rosto Dele colado no meu por segundos matou momentaneamente a minha fome desesperada de Mãe.
Contei todos os minutos até poder tê-lo nos meus braços. Nunca me senti tão impotente, tão dependente… queria estar com Ele!, vê-lo, cheirá-lo, tocar-lhe!..., queria lá saber de mim. Por vezes acho que a minha cara deve ser mesmo muito expressiva, pois houve uma alma caridosa que tudo fez para encurtar o tempo do meu recobro.
Ele vinha ao colo do Pai. Senti-me tão felizarda por aquela “picture” fazer parte do meu Mundo!... Pude finalmente aconchegá-lo no meu peito, sentir o calor dele, reconhecê-lo. Não consigo traduzir muito melhor o que se sente, pois é muito forte o registo…
No dia em que o Francisco veio ao Mundo deixei de ser “sozinha”. Como li algures por aí, a partir de então o meu Coração começou a bater fora do meu corpo.
Há factos irreversíveis na Vida, e que só descobrimos que assim o eram mais tarde. Outros são reversíveis, mas depois, por alguma razão, tornam-se irreversíveis. E também há o contrário: factos que à partida parecem irreversíveis e que depois, bem vistas as coisas, não o são. Ser Mãe não cabe em nenhuma destas situações. Ter um Filho é irreversível, sabemo-lo praticamente desde o primeiro instante em que sabemos da sua existência, e isso torna-se especialmente cristalino no momento em que o vemos pela primeira vez. Somos os mesmos mas não somos mais os mesmos.
Back!

Voltámos!!!
(Não quero deixar este espaço ao “Deus dará”.)
Uso o verbo no plural porque já não venho só. O Francisco já fazia parte do meu Mundo há vários meses, é certo… mas agora já não somos bem “2 em 1”.
E porque viver é também partilhar, encontramo-nos aqui! Até já!!!
[imagem retirada da internet]
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Love's Wait
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